ANGONOTICIAS – Polícia angolana diz desconhecer caso de fraude em Espanha

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“Polícia angolana diz desconhecer caso de fraude em Espanha

15-07-2014 | Fonte: VOA
20140715 Angonoticias - Comandante da Policia A polícia angolana ainda não foi informada sobre as prisões efectuadas em Espanha de várias pessoas alegadamente envolvidas numa fraude de dezenas de milhões de dólares na venda de equipamento à policia angolana.

Enquanto isso, na Espanha, um tribunal negava fiança a uma advogada que alegadamente estabeleceu a rede de lavagem dos fundos desviados de entre outros a favor de familiares de personalidades angolanas.

O comandante da Polícia Nacional angolana Ambrósio de Lemos confirmou que a polícia angolana tinha comprado material a companhias espanholas, mas acrescentou que até este momento a Espanha não deu qualquer informação a Angola sobre as investigações.

“Temos que aguardar que nos venham dizer alguma coisa”, disse Ambrósio de Lemos em declarações transmitidas pela Radio Nacional de Angola.

Em Espanha, um juiz negou entretanto fiança à advogada Beatriz Garcia que, segundo as alegações da polícia, foi quem no Luxemburgo estabeleceu a rede de lavagem dos fundos desviados ao erário angolano.

Novos dados divulgados em tribunal durante a comparência de Beatriz Garcia revelam que a advogada alegadamente estabeleceu empresas radicadas no Luxemburgo e Ilhas Virgens britânicos, de onde se efectuavam as transferências para contas bancárias em nomes de familiares de funcionários públicos angolanos.

Beneficiários dessas transferências foram também os acusados espanhóis e companhias desses mesmos acusados.

Segundo os dados divulgados em tribunal, o acordo com Angola foi assinado em 2008 e previa a entrega ao país de veículos, uniformes, equipamento de comunicações e outro material não especificado à polícia angolana.

As empresas espanholas teriam lucros à partida de entre 200 e 300 por cento, algo que o juíz descreveu de “condições absolutamente desfavoráveis” a Angola.

Na audiência, o juiz fez notar que o Governo angolano pagou 206 milhões de dólares e, nas suas palavras, “não se pode afirmar que o contrato tenha sido cumprido”.

No tribunal, foi dito anteriormente, que parte do material nunca foi entregue.

Para além disso, dos 206 milhões de dólares apenas 47 milhões foram entregues às companhias. Os restantes 159 teriam sido desviados a favor dos acusados e dos familiares de funcionários angolanos, cujas identidades ainda não foram reveladas.

Os depósitos teriam sido feitos em contas bancárias em Hong Kong, Suíça, Singapura, Ilhas Caimao, Nova Zelandia, Gibraltar, Madeira e Luxemburgo

Um total de 10 pessoas foram presas após buscas policiais em Espanha, Luxemburgo e Portugal.

Das 10 pessoas presas, os tribunais espanhóis negaram fiança a cinco, incluindo o antigo presidente da companhia Defex envolvida no negócio.

Duas pessoas foram libertadas sob fiança e três sob liberdade condicional.

A “Operação Angora” foi desencadeada depois das autoridades do Luxembrugo terem suspeitado do depósito de 56 milhões de dólares numa conta no Luxemburgo.”

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(Traducción by Google Translate)

“La Policía angoleña aún no han sido informada de los arrestos realizados en España de varias personas presuntamente implicadas en el fraude de decenas de millones de dólares en la venta de equipos para la policía angoleña.
Mientras tanto, en España, un tribunal le negó la libertad bajo fianza a un abogado que supuestamente creó la red para el lavado desvió fondos de otros miembros de la familia a favor de las personalidades angoleñas.
 
El comandante de la Policía Nacional de Angola Ambrósio de Lemos confirmó que la policía de Angola habían comprado el material a las empresas españolas, pero añadió que hasta ahora España no ha dado ninguna información sobre las investigaciones Angola.
 
“Tenemos que esperar que pueda decirnos algo”, dijo Ambrosio de Lemos, en declaraciones difundidas por Radio Nacional de Angola.
 
En España, sin embargo, un juez le negó la libertad bajo fianza al abogado Beatriz García, de acuerdo a las denuncias de la policía, que se encontraba en Luxemburgo estableció la red de lavado de fondos desviados a la tesorería de Angola.
 
Los nuevos datos publicados en la corte durante la aparición de Beatriz García revelan que las empresas supuestamente basadas abogado establecido en Luxemburgo y las Islas Vírgenes Británicas, donde se realizaban las transacciones transferencias a las cuentas bancarias a nombre de familiares de funcionarios angoleños.
 
Los beneficiarios de estas transferencias también se acusó a las empresas españolas y estos mismos acusados.
 
Según los datos publicados en el tribunal, de acuerdo con Angola, firmado en 2008 y el país con vehículos de reparto, uniformes, equipos de comunicaciones y otro material no especificado en la policía angoleña.
 
Empresas españolas haría beneficios que salen de entre 200 y 300 por ciento, que el juez describió las “condiciones desfavorables” decididamente a Angola.
 
En la audiencia, el juez señaló que el gobierno angoleño pagó 206 millones de dólares y, según sus palabras, “no podemos decir que el contrato se ha cumplido.”
 
En el juicio se dijo anteriormente, la parte del material nunca fue entregado.
 
Además, el $ 206 millones sólo 47 millones fueron entregados a las empresas. Los restantes 159 se han cambiado a favor de los acusados ​​y de la familia de los funcionarios angoleños, cuyas identidades no han sido reveladas.
 
Los depósitos se han hecho en las cuentas bancarias en Hong Kong, Suiza, Singapur, Islas Caimán, Nueva Zelanda, Gibraltar, Madeira y Luxemburgo
 
Un total de 10 personas fueron detenidas tras los registros policiales en España, Luxemburgo y Portugal.
 
De las 10 personas detenidas, los tribunales españoles han negado la libertad bajo fianza a cinco, entre ellos el ex presidente de la empresa dedicada al negocio Defex.
 
Dos personas que fueron puestos en libertad bajo fianza y tres de libertad vigilada.
 
“Operación Angora” se desencadenó después de que las autoridades de Luxemburgo han sospechado depositar $ 56 millones en una cuenta en Luxemburgo.”

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